segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Dilma Rousseff é a primeira mulher a ser eleita Presidente no Brasil.







Dilma Rousseff é a primeira mulher a ser eleita Presidente no Brasil. Economista, ela foi ministra-chefe da Casa Civil de Lula da Silva, entre Junho de 2005 e Março deste ano, e ainda ministra de Minas e Energia, entre Janeiro de 2003 e Junho de 2005. Durante a ditadura militar brasileira, Dilma era considerada uma dissidente. Foi presa, torturada e teve os direitos políticos caçados por 18 anos.
Diante de toda essa turbulência, tenho certeza que o povo brasileiro soube fazer a coisa certa. Ufaaaaaa!!!!! Até que fim BRASIL..... O importante agora é continuarmos cumprindo nossos deveres como cidadãos e exigirmos nossos direitos de forma justa e civilizada, acompanhando cada proposta e cada providência tomada por parte do governo. A nova Presidência só está começando e a busca contínua por informações governamentais deve continuar.
Para muitas pessoas, a candidatura de DILMA quebrará preconceitos, mostrando que as mulheres também são capazes de exercerem importantes cargos com eficiência e eficácia.
«Registro o meu primeiro compromisso: honrar as mulheres brasileiras para que este facto até hoje inédito se torne natural e replicar empresas instituições civis e instituições da nossa sociedade», disse a petista, de 62 anos, segundo o Público.
«A minha alegria é ainda maior pela presença se dar pelo caminho do voto. Outro compromisso: valorizar democracia: direito de expressão até direitos básicos alimentação, renda, moradia, paz social. Eu vou zelar pela mais ampla e irrestrita liberdade imprensa, liberdade religiosa e de culto», sublinhou.
«Cuidaremos da nossa economia com toda a responsabilidade», adiantou. «O povo não aceita mais inflação. Não aceita que Governos gastem acima do sustentável», atirou. «Faremos todos os esforços pela melhoria da qualidade do gasto público.»
É BRASIL, agora é a vez da mulher!!! Vamos continuar acompanhando cada detalhe da cadidatura de DILMA, pois, afinal de contas, a elegemos para nos representar, então somos os principais interessados e responsáveis por nossas escolhas.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Rumo ao segundo turnoooooooooo....


SERRA OU DILMA? Fomos mesmo para o segundo turno e o mais importante agora é prestar atenção nos mínimos detalhes com relação ás propostas destes candidatos á presidência. Ainda temos mais um pouco de tempo pra rever a história destes candidatos e mais uma vez fazer valer á pena nosso direito de voto. Nós eleitores somos os protagonistas dessa eleição, portanto, o resultado final só depende de nós. Devemos sempre nos informar e, mesmo depois das eleições, continuarmos acompanhando nossos representantes, á fim de não cometermos os mesmos erros nas próximas eleições...BRASIL vamos tomar conta do que é nosso com consciência e atitude!!!!

domingo, 3 de outubro de 2010

Até que fimmmmmm....

Até que fim chegamos no primeiro turno são e salvos...Agora é saber se iremos ter segundo turno...Espero que todos tenham procurado conhecer bem seus candidatos e tenham votado conscientemente...Temos que fazer valer á pena o poder que temos de trilhar nosso futuro...Estava com saudades das minhas publicações, mas estava mantendo a última postagem por conter informações importantes...Voltarei á ativa com minhas postagens rsrsrs...PRA FRENTE BRASILLLLL!!!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O futuro do Brasil em nossas mãos...

Faz um tempinho que não apareço por aqui, já estava com saudades das minhas publicações. Como estamos em época de eleição, resolvi falar um pouco sobre isso.
Lutamos bastante para conseguirmos o direito democrático ao voto.
A história do voto no Brasil começou 32 anos após Cabral ter desembarcado no País. Foi no dia 23 de janeiro de 1532 que os moradores da primeira vila fundada na colônia portuguesa - São Vicente, em São Paulo - foram às urnas para eleger o Conselho Municipal.
A votação foi indireta: o povo elegeu seis representantes, que, em seguida, escolheu os oficiais do conselho. Era proibida a presença de autoridades do Reino nos locais de votação, para evitar que os eleitores fossem intimidados. As eleições eram orientadas por uma legislação de Portugal - o Livro das Ordenações, elaborado em 1603.
Somente em 1821 as pessoas deixaram de votar apenas em âmbito municipal. Na falta de uma lei eleitoral nacional, foram observados os dispositivos da Constituição Espanhola para eleger 72 representantes junto à corte portuguesa. Os eleitores eram os homens livres e, diferentemente de outras épocas da história do Brasil, os analfabetos também podiam votar. Os partidos políticos não existiam e o voto não era secreto.


Com a independência do Brasil de Portugal, foi elaborada a primeira legislação eleitoral brasileira, por ordem de Dom Pedro 1º. Essa lei seria utilizada na eleição da Assembléia Geral Constituinte de 1824.
Os períodos colonial e imperial foram marcados pelo chamado voto censitário e por episódios freqüentes de fraudes eleitorais. Havia, por exemplo, o voto por procuração, no qual o eleitor transferia seu direito de voto para outra pessoa. Também não existia título de eleitor e as pessoas eram identificadas pelos integrantes da mesa apuradora e por testemunhas. Assim, as votações contabilizavam nomes de pessoas mortas, crianças e moradores de outros municípios. Somente em 1842 foi proibido o voto por procuração.
Em 1855, o voto distrital também foi vetado, mas essa lei acabou revogada diante da reação negativa da classe política. Outra lei estabeleceu que as autoridades deveriam deixar seus cargos seis meses antes do pleito e que deveriam ser eleitos três deputados por distrito eleitoral.
Em mais uma medida moralizadora, o título de eleitor foi instituído em 1881, por meio da chamada Lei Saraiva. Mas o novo documento não adiantou muito: os casos de fraude continuaram a acontecer porque o título não possuía a foto do eleitor.
Depois da Proclamação da República, em 1889, o voto ainda não era direito de todos. Menores de 21 anos, mulheres, analfabetos, mendigos, soldados rasos, indígenas e integrantes do clero estavam impedidos de votar. O voto direto para presidente e vice-presidente apareceu pela primeira vez na Constituição Republicana de 1891. Prudente de Morais foi o primeiro a ser eleito dessa forma. Foi após esse período que se instalou a chamada política do café-com-leite, em que o governo era ocupado alternadamente por representantes de São Paulo e Minas Gerais.

A década de 30 se iniciou com o País em clima revolucionário. A queda da Bolsa de Valores de Nova Iorque, em 1929, provocou a suspensão dos créditos internacionais no Brasil. O principal produto de exportação, o café, perdeu seu maior mercado consumidor, o norte-americano, levando o setor a uma crise sem precedentes.
Em meio à insatisfação que tomou conta da população, Getúlio Vargas protagonizou o golpe que tirou o presidente Washington Luís do governo. Apesar da crise, havia esperanças de que a cidadania fosse ampliada e de que haveria eleições livres e diretas. A presença feminina, cada vez mais marcante, chegou às urnas. Em 1932, foi instituída uma nova legislação eleitoral e as mulheres conquistaram o direito ao voto. A mulher conquistou o direito ao voto, mas pouco pode exercê-lo durante um período bastante longo. Só com a redemocratização de 1945 é que se abririam os horizontes para o pleno exercício do sufrágio feminino.
Foi também no início da década de 30 que o voto passou a ser secreto, após a criação do Tribunal Superior Eleitoral e dos Tribunais Regionais Eleitorais. Mas esses avanços duraram pouco. No final de 1937, após o golpe militar, Getúlio Vargas instituiu o Estado Novo, uma ditadura que se prolongou até 1945. Durante oito anos, o brasileiro não foi às urnas uma única vez. O Congresso foi fechado, e o período, marcado pelo centralismo político.
Depois da Segunda Guerra Mundial, com a vitória dos aliados, era grande a pressão pela volta à democracia, o que levou Vargas a permitir a reorganização partidária e a convocar eleições. Em dezembro de 1945, o general Dutra foi eleito com 54,2% dos votos. Foram utilizadas cédulas eleitorais impressas com o nome de apenas um candidato, que eram distribuídas pelos próprios partidos.
Somente em 1955 a Justiça Eleitoral encarregou-se de produzir as cédulas. E para diminuir as fraudes, começou a ser exigida a foto no título eleitoral.
 É através do voto que delegamos poderes aos nossos representantes. Assim, devemos votar conscientemente, procurar conhecer bem nossos candidatos e não nos deixar enganar por pequenos favores.
Votar é uma ação de cidadania que honra nossos princípios e nossa história de vida. Chega de tanta corrupção por não escolhermos bem nossos representantes. Acorda BRASIL, é o futuro do país em nossas mãos...


quinta-feira, 9 de setembro de 2010

9 de Setembro, Dia do Administrador...Parabéns!!!


Reunião de negócios.
O administrador é aquele profissional que planeja, organiza, coordena e controla as atividades e processos das organizações, no sentido de proporcionar o desenvolvimento sócio-econômico das mesmas, e conseqüentemente, da sociedade em geral.

No dia 09 de setembro se comemora o dia desses profissionais, que possuem uma importância incrível na sociedade. Sem os administradores, não teríamos o desenvolvimento das organizações, assim, os outros profissionais não iriam ter oportunidades de emprego, sem contar o caos social que se instalaria na sociedade sob essas condições.

Os primeiros administradores ao longo da história foram os gerentes das companhias de navegação inglesas, em meados do século XVII. A escolha da data para ser o dia do administrador se deu pelo fato de que nesse dia, em 1965, foi assinada a lei que criou, oficialmente, a profissão de Administrador no Brasil.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Sou brasileira e não desisto nunca!!!

" Poema da Independência "
Oliveira Ribeiro Netto


O português veio de longe, de terras de além-mar,
e trouxe uma cruz de sangue nas velas cor de luar.
Ele era velho, mas tinha a alma forte,
e várias vezes afrontara a morte
nas incursões dos mouros pelo seu pais.
Tinha no sangue a nobreza dos cavaleiros d’EL Rei Don Luiz.

O acaso o trouxe num veleiro,
e ele viu que sob a proteção doirada do cruzeiro
uma cabocla vivia entre a folhagem,
livre como o vento ou como o jaguar selvagem
nas suas correrias pelo campo em fora,
coroada de penas de tucano cor de aurora,
os membros de bronze banhados de luz.
E ele via que a forca do seu arcabuz
era maior que a da flecha emplumada da aljava,
e pos nos punhos morenos algemas de escrava.
E a cabocla, ao toque do boré,
nas noites de luar não pode mais dançar a puracé,
e nem correr pelos bosques bravios,
nem investir contra a fúria dos rios
na piroga que ela governava.
O Branco dissera: Tu és minha escrava!
E o eco afirmara : escrava... escrava. . ..

Para o português eram os melhores frutos que colhia,
as pepitas de ouro que ela descobria,
toneladas sangrentas de pau-brasil,
diamantes de luz e safiras de anil.
Para ele a beleza, a força, a agilidade:
A velhice dominando a mocidade.

Mas com o tempo nos músculos de bronze cresceu a resistência,
quebraram-se as cadeiras, raiara a independência!
A índia era livre, as terras de norte a sul
eram dela! A Guanabara azul,
os lençóis verdes dos pampas,
os cafezais paulistas, as rampas
recheadas de ouro das serras mineiras,
as praias do norte eriçadas de palmeiras,
ondulações verdes de canaviais,
quilômetros e quilômetros de cúpulas verde-amarelas de ipês e seringais,

alvoradas vermelhas, tardes cheirando a flor,
tudo era dela! A Liberdade!
O seu primeiro anseio de nacionalidade,
a Liberdade, o seu primeiro amor!

Hino da Independência do Brasil

domingo, 5 de setembro de 2010

Todos são iguais perante a lei...Será?

Até quando vamos ficar de braços cruzados?

O Bicho

Manuel Bandeira


Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.

Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.

O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O bicho, meu Deus, era um homem.